|
Baje el Cartel de promoción del Congreso Feminista 2008 para su ordenador y divulgue. Versión de Impresión. |
|
Cronología Feminista en Portugal en 1928
|
escrito por João Esteves (Historiador)
|
|
Realiza-se a Assembleia Geral do CNMP, presidida por Maria O’Neill e secretariada por Maria do Céu Branquinho e Maria Leonarda Costa: «Assembleia Geral do Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas Aos 8 de Janeiro de 1928 reuniu-se a assembleia geral do Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas afim de apreciar os relatórios das presidentes das secções, contas e proceder às eleições. // Presidiu à sessão a senhora D. Maria O’Neill, secretariada pelas sr.as D. Maria do Céu Branquinho e D. Maria Leonarda Costa. // A ilustre presidente, abrindo a sessão produziu um brilhantíssimo discurso incitando todas as senhoras presentes a defenderem os seus princípios feministas cada vez mais cerceados, ser necessário uma intensa propaganda feminista em todo o país. No presente ano vão realizar-se em Lisboa dois congressos, um feminista e de educação e outro abolicionista, para os quais o Conselho tem de colaborar. É preciso que a mulher afirme a sua individualidade. // Em seguida procedeu-se à leitura da acta da sessão anterior que foi aprovada. // Foi depois lido o expediente entre o qual estava um telegrama da Dr.ª Teresa Leitão de Barros e um postal de D. Berta Garção ambos pedindo desculpa da sua não comparência. // Antes da ordem do dia a presidente da Direcção Dr.ª Adelaide Cabete propôs que fosse lançado na acta um voto de sentimento pelo falecimento da irmã de D. Beatriz Magalhães, secretária das actas. (Aprovado). // A consócia D. Deolinda Lopes Vieira propôs um voto de louvor à Dr.ª Elina Guimarães, secretária geral do Conselho pelo brilhante artigo que publicou no jornal O Rebate criticando a actual lei eleitoral que não reconhece o direito de voto à mulher. (Aprovado). // Procedeu-se à leitura dos relatórios das secções Paz, Legislação, Moral, Educação infantil, Imprensa e do Secretariado que foram aprovados depois de uma entusiástica discussão. // Depois foram lidos os balancetes pelas tesoureiras da revista e do Conselho D. Maria do Céu Branquinho e D. Maria Leonarda Costa, sendo ambos aprovados. // Entrando-se na segunda parte da ordem do dia, procedeu-se à eleição dos corpos gerentes que deu o seguinte resultado. |
|
Leer más...
|
|
|
escrito por João Esteves (Historiador)
|
|
O Rebate destaca, com fotografia, o aniversário de Adelaide Cabete: «Dr.ª Adelaide Cabete Passa hoje mais um aniversário natalício a sr.ª dr.ª Adelaide Cabete, ilustre médica e figura das mais notáveis do nosso movimento feminista. // Alguns trabalhos da ilustre médica em defesa das aspirações da mulher correm impressos, arquivando «O Rebate» nas suas colunas muitas opiniões valiosas da dr.ª Adelaide Cabete, na secção em que nos honra com a sua colaboração. // Presidente do Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas, tem, como sua delegada, representado o nosso país em diversos congressos internacionais, a ela se devendo, ainda, a organização, entre nós, do 1.º Congresso Feminista e de Educação. // A dr.ª Adelaide Cabete foi ainda uma das três senhoras que confeccionou a histórica bandeira que tremulou na Rotunda, no dia 5 de Outubro de 1910, sendo a fundadora e primeira tesoureira da Liga Republicana das Mulheres Portuguesas. // À ilustre senhora apresenta «O Rebate» os seus cumprimentos pelo dia de hoje.» [O Rebate, p. 4, cols. 3-4] |
|
|
escrito por João Esteves (Historiador)
|
|
O Rebate noticia uma reunião de alunas e antigas alunas da Faculdade de Direito, para apreciação do projecto de decreto que organiza os julgados municipais e que exclui o sexo feminino: «Reclamações Femininas Na Faculdade de Direito realizou-se uma reunião das alunas e antigas alunas para efeitos de apreciar o projecto de decreto que organiza os julgados municipais e que exclui dos cargos de conservador do registo predial e oficiais do registo civil das sedes dos ditos julgados os indivíduos do sexo feminino. // Falaram a sr.ª dr.ª Elina Guimarães, como antiga aluna e vice-presidente, em exercício do Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas cujo apoio ofereceu, sobre a necessidade de as mulheres se unirem para defesa dos seus direitos e interesses, e a sr.ª D. Alexandra de Carvalho Araújo, que salientou as dificuldades que as advogadas encontram na vida profissional e que o novo decreto virá agravar, excluindo-as injustamente de lugares que até aqui lhes eram acessíveis. // A assembleia resolveu protestar contra o aludido decreto, sustentando que entre licenciados e licenciadas para efeitos profissionais, só são admissíveis as distinções baseadas nas diferentes classificações, pois que o curso que representa para todos o mesmo esforço deve ter as mesmas garantias legais. // Para tratar do assunto, foi nomeada uma comissão composta pelas seguintes senhoras: pelas advogadas, dr.ª Elina Guimarães de Palma Carlos e dr.ª Maria Amélia Teixeira de Matos; pelo 5.º ano, D. Alexandra Carvalho Araújo e D. Maria da Glória de Vasconcelos; pelo 4.º ano, D. Tetralda Teixeira de Lemos e D. Maria Augusta Nunes Amado; pelo 3.º, D. Maria Gracinda Silva Pereira; pelo 2.º ano, D. Ema Couto e D. Carmen da Silveira; pelo 1.º, D. Aura dos Santos Cantinho e D. Nídia Neto Ferreira.» [O Rebate, p. 4, col. 3] |
|
|
escrito por João Esteves (Historiador)
|
|
[25/02/1928] Artigo de Adelaide Cabete no jornal O Rebate sobre “Amamentação mercenária” [p. 4, cols. 1-2]. |
|
|
escrito por João Esteves (Historiador)
|
|
O CNMP entrega ao Ministro do Interior uma representação contra o projecto que suprimia o lugar de enfermeira, até então obrigatório, nos barcos que transportam um certo número de emigrantes portugueses. A reclamação foi atendida. - Reunião na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa de alunas e antigas alunas. Delibera-se formar uma comissão para protestar contra o projecto de decreto que organizava os julgados municipais e excluía dos cargos de Conservador do Registo Predial e oficiais do Registo Civil das sedes dos ditos julgados os indivíduos do sexo feminino. Elina Guimarães participa no encontro, onde “salientou as dificuldades que as advogadas encontram na vida profissional e que o novo decreto virá agravar, excluindo-as injustamente de lugares que até aqui lhes eram acessíveis” [“Reclamações femininas”, O Rebate, 18/2/1928], e a comissão fica composta por Alexandra de Carvalho Araújo (5.º ano); |
|
Leer más...
|
|
|
escrito por João Esteves (Historiador)
|
|
O jornal O Rebate anuncia a realização do 2.º Congresso Feminista e de Educação: «O 2.º Congresso Feminista e de Educação realizar-se-á na próxima primavera em Lisboa O Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas, vasta organização feminista em todo o país conhecida pela sua bela e grandiosa obra de emancipação da mulher vai realizar na próxima primavera um congresso feminista e de educação. A ajuizar pelo que foi o primeiro congresso promovido por esta associação de senhoras no ano de 1924, esta segunda manifestação da sua actividade social constituirá uma segura garantia de êxito. // A direcção do Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas reuniu há poucos dias para tratar dos trabalhos preparatórios do congresso. Vão ser feitos convites a várias instituições de instrução para colaborar. Já estão escolhidas as teses que pelo seu enunciado, hão-de despertar grande interesse e algumas já com relatores. // Entre os temas a debater no congresso encontram-se os seguintes: «Escola única», pela professora D. Deolinda Lopes Vieira; «A acção moral do trabalho», por D. Angélica Porto; «O poder maternal», «A mulher casada profissional», «A protecção à mulher trabalhadora», pela Dr.ª Elina Guimarães. // Está garantida a colaboração da Dr.ª Aurora Teixeira de Castro, Dr.ª Adelaide Cabete, professoras D. Beatriz Magalhães e D. Júlia Franco e dr. Arnaldo Brazão. // Brevemente vão ser expedidas circulares e programas. // Todos os esclarecimentos serão prestados na sede do Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas, Praça dos Restauradores, 13, 2.º.» [O Rebate, p. 1, col. 4] |
|
|
escrito por João Esteves (Historiador)
|
|
[09/04/1928] A Notícia entrevista Paulina Luisi: “Figuras Feministas - Ouvindo A Dr.ª Paulina Luisi” [p. 4, cols. 5-6]. [10/04/1928] A Notícia pronuncia-se sobre “A emancipação da mulher portuguesa” (acerca do CNMP) [p. 1, cols. 3-4]. |
|
|
escrito por João Esteves (Historiador)
|
|
Artigo de Elina Guimarães no jornal O Rebate: “A Mulher Na Família E Na Sociedade – A mulher nas relações sociais” [p. 4, cols. 1-2]: «Um artigo do sr. Fazenda Júnior, ontem publicado em O Rebate, declarava que as mulheres portuguesas são inimigas irreconciliáveis da República, e que, conceder-lhes o voto, seria transformar Portugal numa antecâmara do Vaticano. // Há aqui muito de falso, mas, infelizmente, alguma coisa de verdadeiro. Existem em Portugal muitas mulheres e, quero crer que sejam a maioria, conscientes, sabendo pensar e fazendo-o. Mas, é indubitável que existe para os republicanos uma questão feminina que é importantíssima e que não tem merecido a devida atenção. // Se há no país uma considerável massa feminina reaccionária, não é em virtude duma propensão instintiva, mas duma educação falsa a que urge remediar. Enquanto que os conservadores procuram chamar para o seu campo as mulheres, que todos os partidos das direitas têm a sua secção feminina (haja em vista a «Action Française», o «Fascio», e a «Cruzada Nun’Álvares», entre nós), os partidos das esquerdas limitam-se a declarar axiomaticamente que a mulher está nas mãos dos reaccionários, mas nada fazem para a atrair às suas doutrinas. Em vez de convertê-las aos seus ideais, declaram soberanamente que a mulher nada entende de política, e julgam assim ter prestado um serviço à causa republicana. // Que admira, pois, que as mulheres, salvo aquelas a quem a educação bem conduzida fez adquirir uma consciência cívica, prefiram seguir quem as procura captar do que quem as repele? // No entanto, essas mulheres, consideradas na vida pública entidades desprezíveis, são as primeiras educadoras das futuras gerações, e as suas ideias deixarão no espírito de seus filhos um rasto que jamais se desvanecerá. // O grande psicólogo francês Marion disse um dia que para que um homem possa bem servir um ideal social é necessário que a mulher o sirva também conscientemente. Os reaccionários compreendem bem as verdades destas palavras e aplicam-nas. Fazem mais: pela mulher tentam, e muitas vezes conseguem, captar o homem. // É preciso que os republicanos se convençam da absoluta necessidade de efectuar uma activa propaganda republicana, entre as mulheres, propaganda feita inteligentemente, mostrando-lhes toda a razão de ser do ideal republicano. // É preciso também cuidar, e muito, da educação cívica das raparigas, assunto até aqui absolutamente descurado. Muitas gerações de avós confinadas entre as quatro paredes duma casa, têm produzido, é triste mas forçoso dizê-lo, na mulher uma ausência de espírito social absolutamente lamentável. // [...] // Uma activa propaganda para chamar as mulheres à República, uma cuidada educação cívica às raparigas, eis o que para bem de todos é necessário. // A mulher, conhecendo os seus deveres para com a colectividade, e habituada a reflectir, saberá sempre proceder de forma a bem servir a sua Pátria. // Elina Guimarães» [O Rebate, p. 4, cols. 1-2] |
|
|
escrito por João Esteves (Historiador)
|
|
[24/05/1928] A convite da Associação dos Livreiros de Portugal, Ana de Castro Osório profere, na Universidade Livre, uma conferência sobre “A crise do livro em Portugal”. É presidida pelo coronel Dias Antunes, director da Imprensa Nacional. |
|
|
escrito por João Esteves (Historiador)
|
|
[01/06/1928] A Notícia, Diário Republicano da Tarde, entrevista Angélica Porto: “Acudindo a um nobre apelo - A acção da mulher portuguesa na assistência às famílias dos deportados - Ouvindo a sr.ª D. Angélica Porto” [p. 1, cols. 5-6]. - Artigo de Elina Guimarães no jornal O Rebate sobre “A Instrução Feminina” [p. 4, cols. 1-2]. [10/06/1928] Ana de Castro Osório discursa na sessão solene comemorativa do 13.º aniversário do Grémio Beirão. [14/06/1928] Integrado nas comemorações da Semana da Criança, Maria O’Neill profere, na Voz do Operário, a conferência “Aprender brincando”. [24/6/1928] Inicia-se o 2.º Congresso Feminista e de Educação. A sessão inaugural é presidida pela médica espanhola Elisa Soriano, Presidente da Juventude Universitária Feminina. [26/06/1928] J. Fernandes Alves escreve em A Notícia sobre “O 2.º Congresso Nacional Feminista e de Educação - Notas à margem da tese da dr.ª Adelaide Cabete, sobre o ensino da puericultura na escola infantil” [p. 2, cols. 1-3]. [28/06/1928] A sessão de encerramento do Congresso Feminista e de Educação, dedicada à Paz Universal, é presidida por Madame Lacombe. |
|
|
escrito por João Esteves (Historiador)
|
|
Realiza-se a Assembleia Geral do CNMP, presidida por Angélica Porto e secretariada por Tetralda de Lemos e por Luz Santos: «Assembleia Geral do C.N.M.P. Sob a presidência da sr.ª D. Angélica Porto, secretariada pelas sr.as D. Tetralda de Lemos e D. Luz Santos, realizou-se a assembleia geral do Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas, no dia 5 de Julho do corrente ano. // Foi lido o relato dos trabalhos do Congresso Feminista e as contas que foram aprovadas. // Por proposta da Dr.ª Adelaide Cabete foi aprovado um voto de saudação à imprensa que secundou a iniciativa do Congresso e resolveu-se apresentar junto das instâncias oficiais as resoluções a que chegou o Congresso. // Iniciou-se o estudo da realização, em Lisboa, dentro dum prazo de dois anos, dum Congresso Feminista Peninsular. // Entrando-se na 2.ª parte da Ordem do dia foi aprovado o aumento da quota para 10 escudos por semestre.» [Alma Feminina, n.º 4, Julho e Agosto de 1928, p. 7] |
|
|
escrito por João Esteves (Historiador)
|
|
Texto de Carlos Babo no jornal O Rebate: “A propósito do Congresso Feminista” [p. 1, cols. 2-4]. |
|
|
escrito por João Esteves (Historiador)
|
|
Durante a Semana da Paz, e por iniciativa do CNMP, Maria O’Neill profere uma conferência sobre a Paz Universal. |
|
|
escrito por João Esteves (Historiador)
|
|
Realiza-se a Assembleia Geral do CNMP, presidida por Deolinda Lopes Vieira e secretariada por Tetralda Teixeira de Lemos e por Maria do Céu Branquinho: «Assembleia Geral do ‘Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas’ Aos 30 de Dezembro de 1928 reuniu-se a Assembleia Geral do Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas sob a presidência da sr.ª D. Deolinda Lopes Vieira e secretariada pelas sr.as D. Tetralda Teixeira de Lemos e D. Maria do Céu Branquinho. // A sr.ª presidente ao abrir a sessão pronunciou algumas palavras cheias de entusiasmo pela marcha das ideias feministas e faz ardentes votos para que o ‘Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas’ continue mantendo aquela linha de conduta que de todos é conhecida. // Lida a acta da sessão anterior foi aprovada. // O expediente que foi lido constava de uma carta da consócia D. Maria Luísa Amaro pedindo desculpa da sua não comparência e de um telegrama da consócia D. Julieta Carvalho, de Moura, saudando o Conselho. // Antes da ordem do dia usou da palavra a dr.ª Adelaide Cabete, presidente da direcção que lembrou à assembleia o compromisso tomado pelo Conselho de realizar um congresso feminista luso-espanhol, em Lisboa, no ano de 1930, pelo que era necessário começar a trabalhar nesse sentido dado a grande responsabilidade que daí advém. Foi resolvido que a nova direcção encetasse os trabalhos respectivos. // Continuando no uso da palavra aquela senhora disse também que os estatutos do Conselho precisavam de ser renovados e adaptá-los à situação em que actualmente vive, e afirmou mais que é necessário voltar à propaganda falada, fazer conferências etc. Para efectivação desta ideia, propôs que se nomeasse duas comissões assim constituídas, uma composta das Dr.as Elina Guimarães, Maria Amélia de Matos e Tetralda Teixeira de Lemos para rever os estatutos e a outra composta pelas sr.as D. Sara Beirão, D. Angélica Porto e dr.ª Elina Guimarães para elaborar o plano de conferências feministas. Estas duas propostas foram aprovadas. // Finalmente a mesma senhora referiu-se que a imprensa tem sido gentil para com o Conselho aceitando sempre as notícias que lhe envia pelo que propôs um voto de saudação à imprensa de Lisboa. Aprovado por aclamação. // Entrando-se na ordem do dia, 1.ª parte, procedeu-se à leitura dos relatórios e contas que foram aprovados. // Entrando-se na 2.ª parte da ordem do dia, eleições, feito o escrutínio deu o resultado seguinte: |
|
Leer más...
|
|
|
escrito por João Esteves (Historiador)
|
|
Publica-se o n.º de Novembro e Dezembro da revista Alma Feminina, tendo na capa o retrato da feminista e abolicionista inglesa Josephine Butler, por se comemorar o centenário do seu nascimento. Transcreve do jornal O Rebate o texto de Adelaide Cabete “O horror à palavra ‘feminismo’”. |
|
|
escrito por João Esteves (Historiador)
|
|
- Adelaide Cabete, Presidente do Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas e directora da revista Alma Feminina, funda, em Lisboa, a Associação das Mulheres Universitárias de Portugal que, «como seu nome indica, é constituído por senhoras diplomadas pelas Universidades de Lisboa, Porto e Coimbra» [Alma Feminina, n.º 5, Setembro e Outubro de 1928, p. 7]: «Associação das Mulheres Universitárias de Portugal Da iniciativa da Dr.ª Adelaide Cabete, presidente do Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas e directora da Alma Feminina acaba de fundar-se em Lisboa a Associação das Mulheres Universitárias de Portugal que, como seu nome indica, é constituído por senhoras diplomadas pelas Universidades de Lisboa, Porto e Coimbra. // A alta cultura intelectual das suas associadas assegura-nos uma colaboração científica de grande valimento. A Associação das Mulheres Universitárias de Portugal será o núcleo inicial de estudo e investigação científica, ponto de reunião e confraternização das nossas intelectuais e que há muito fazia sentir a sua falta entre nós. // A Alma Feminina congratula-se pela organização desta nova colectividade feminina devendo publicar no próximo número mais alguns esclarecimentos.» [Alma Feminina, n.º 5, Setembro e Outubro de 1928, p. 7] |
|
|
|