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Baje el Cartel de promoción del Congreso Feminista 2008 para su ordenador y divulgue. Versión de Impresión. |
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Este Congresso pretende constituir-se como um acontecimento de carácter científico e interventivo, englobando as/os principais investigadoras e investigadores do campo dos estudos sobre as mulheres, dos estudos de género e dos estudos feministas em Portugal, bem como das e dos activistas que, no terreno, se envolvem na luta pela transformação de uma sociedade hierarquizada e desigual, muitas vezes, colonizadora e predadora do mundo social e natural, contribuindo para a construção de uma comunidade de activistas e cientistas que defendem um mundo mais igualitário, onde o respeito pelos direitos humanos e pela riqueza cultural sejam metas a atingir na corrida contra a violência. |
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Diálogos
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escrito por Vera Santana
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 O mundo dos cartoons de imprensa continua, em todo o mundo, altamente masculinizado. No World Press Cartoon deste ano (11 de Abril, Centro Olga Cadaval / Museu Berardo, Sintra) todos os premiados são do sexo masculino. No ano anterior, no mesmo Festival / Concurso, uma mulher portuguesa cartoonista obteve um Prémio, facto que não passou despercebido à então CIDM, actual CIG (Comissão para a Igualdade de Género). |
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escrito por Vera Santana
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Como desempenham as mulheres cargos políticos, perguntava-se um jornalista na Rádio Paris-Lisboa (13 de Abril de 2008) respondendo: com maior empenhamento do que os homens, porque abraçam pastas na continuidade de causas anteriormente defendidas com garra e continuidade. Com mais frontalidade do que os homens porque menos receosas de perder “cargos e honrarias” e por serem mulheres com trajectórias de vida muito combativas. Terminava, afirmando: la femme est l´avenir de l´homme. |
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escrito por Maria José Magalhães
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Ensinou-nos a ser feminista num tempo em que o feminismo era proscrito. Trabalhou no IDM e no MLM a construção de outras maneiras de sermos mulheres. De aprendermos a aceitar o que somos, sem constrangimentos de agradar ao socialmente prescrito, aos desejos masculinos, à formatação de uma mulher-bibelot que o regime fascista tinha tratado com laivos de domesticidade com muito partos à mistura De conhecermos percursos novos, de nos lançarmos à aventura na nova democracia que, embora se quisesse popular, na época, não deixava espaços às mulheres |
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escrito por Kas
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Creio que a questão essencial a colocar, neste congresso, e em cada um destes temas é: o que tem mudado na prática feminista nesta centúria desde o primeiro congresso até agora? Por exemplo, é evidente que a temática de violência doméstica não se concebia há 80 anos atrás. No que respeita ao direito/ leis, o que tem mudado? Nas artes, realmente tem mudado muito? A exploração do corpo (nu) da mulher como objecto nas artes, não tem transgredido e sobrevivido através e apesar dos novos estilos? Há mais mulheres artistas ou são, simplesmente, mais visibilizadas... E um longo etcétera, mas sempre nessa perspectiva histórica. |
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escrito por Maria José Magalhães
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En Junio de 2008, se celebran los 80 años del último congreso feminista que se realizó en Portugal: el 2º Congreso Feminista y de la Educación. Organizado por el Consejo Nacional de las Mujeres Portuguesas, iniciativa que surge de una nueva generación de mujeres de la época e inaugurado por la voz de Elina Guimarães.
Ahora como entonces, la necesidad de desafiar las estructuras patriarcales de la sociedad que aún mantienen las amarras de las mujeres a la situaciones de discriminación y opresión y la importancia de construir un "otro mundo posible" también feminista constituyen la esencia de este impulso de crear un fuerte movimiento que conduzca a la realización de un Congreso Feminista en 2008.
En el inicio del siglo. XX, fue el derecho de voto, el derecho a la educación y al trabajo que movilizaron intelectuales, progresistas y feministas (hombres y mujeres) por los derechos de igualdad entre hombres y mujeres. El medio siglo del régimen fascista fue un retroceso inmenso en ese camino para la igualdad: se retrocedió en términos de educación (mayor retroceso para las mujeres, aunque también haya retrocedido para los hombres), en términos del derecho al trabajo, a la su independencia económica y a los derechos de participación política y ciudadana (igualmente restringidos para los hombres). Algunas organizaciones feministas aún resistieron algunas décadas en el fascismo como fue el caso del Consejo Nacional de las Mujeres Portuguesas y de la AFPP - Asociación Femenina para la Paz, pero el régimen acabaría por prohibir sus actividades, cerrar sus sedes y perseguir sus dirigentes. |
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