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26 e 27 de Junho na Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa.
28 de Junho na Faculdade de Belas Artes, Lisboa. |
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Este Congresso pretende constituir-se como um acontecimento de carácter científico e interventivo, englobando as/os principais investigadoras e investigadores do campo dos estudos sobre as mulheres, dos estudos de género e dos estudos feministas em Portugal, bem como das e dos activistas que, no terreno, se envolvem na luta pela transformação de uma sociedade hierarquizada e desigual, muitas vezes, colonizadora e predadora do mundo social e natural, contribuindo para a construção de uma comunidade de activistas e cientistas que defendem um mundo mais igualitário, onde o respeito pelos direitos humanos e pela riqueza cultural sejam metas a atingir na corrida contra a violência. |
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Escrito por Elisabete Brasil
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Bom dia a todas e a todos! Sejam bem-vindas e bem-vindos ao Congresso Feminista 2008!
Dirijo cumprimentos ao Dr. João Vieira em representação do senhor Presidente da Fundação Calouste Gulbenkian, à Mestre Elza Pais, Presidente da CIG e à Professora Lígia Amâncio, Vice-Presidente da FCT, cumprimentos extensivos ao painel de convidadas e convidados que aceitaram estar nesta sessão de abertura e connosco celebrar o início deste Congresso, muito nos honrando com a Vossa Presença. Obrigada! |
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Escrito por Salomé Coelho
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A minha responsabilidade é grande. A palavra final é sempre uma palavra finalizadora. Ora o que caracteriza este congresso é mais um início do que um fim. Mais uma vírgula do que um ponto final. Não está em causa, para mim, fazer uma síntese da totalidade deste congresso, o que seria um exercício humanamente impossível, mesmo para uma feminista. Trata-se, fundamentalmente, de captar este congresso, na globalidade das suas dinâmicas. |
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Escrito por Alice Brito
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Goebbels dizia que quando lhe falavam de cultura, levava logo a mão ao revólver. Salvas as devidas distâncias é isso que acontece a Miguel Sousa Tavares quando lhe falam de feminismo. A provocação surge mecânica e metódica. |
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Escrito por Miguel Pereira
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Em 2008 assinalam-se os 75 anos da sua morte. Foi Clara Zetkin que lançou o Dia Internacional da Mulher em 8 de Março de 1911 em Copenhaga, tendo lutado ao longo da vida pelo direito ao divórcio, pelo sufrágio universal e pela igualdade de oportunidades, quer no Partido Social Democrata alemão, quer no comunista. Foi presidente do parlamento alemão (a primeira presidente mulher dum Parlamento) em 1932, tendo combatido o nazismo antes de ser obrigada a fugir. Zetkin lutou pela paz mesmo durante a primeira guerra mundial quando a maioria dos partidos alemães fez uma trégua na luta interna em nome da "unidade" (organizou por exemplo uma Conferência de Paz em Berlim em 1915). Clara Zetkin deu ainda um exemplo simbólico de emancipação feminista ao casar e voltar a casar depois da morte do primeiro marido mantendo sempre o seu nome de solteira. |
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